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<p data-start="3139" data-end="3441">La <strong data-start="3142" data-end="3201">Enlaces – Revista de Estudios Lingüísticos y Literarios</strong> (e-ISSN 2675-9810) es una revista científica de acceso abierto, vinculada al grupo de investigación ELiPor – Estudos da Língua Portuguesa: descrição e ensino, del Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), Brasil.</p> <p data-start="3443" data-end="3781">Con periodicidad anual y publicación en flujo continuo, la revista tiene como objetivo difundir y promover la producción académica inédita en los estudios de Lingüística y Literatura, así como en sus interfaces con la enseñanza, acogiendo contribuciones que dialoguen con diferentes enfoques teóricos, metodológicos e interdisciplinarios.</p> <p data-start="3783" data-end="4211">La revista publica artículos científicos, reseñas críticas, entrevistas académicas, relatos de experiencia, ensayos teórico-críticos, ensayos sobre enseñanza de lengua, secuencias didácticas y materiales didácticos en portugués, inglés y español, abarcando estudios de descripción y análisis lingüístico, estudios literarios, enseñanza de lengua y literatura, así como investigaciones que articulan lenguaje, sociedad y cultura.</p> <p data-start="4213" data-end="4589">Todos los trabajos son evaluados mediante revisión por pares en sistema doble ciego, y las publicaciones reciben DOI individual, garantizando trazabilidad, visibilidad e integridad académica. Enlaces reafirma su compromiso con la ética en la investigación, la ciencia abierta y la circulación cualificada del conocimiento en el campo de los estudios lingüísticos y literarios.</p>EDIFBA - Editora do Instituto Federal da Bahiapt-BREnlaces2675-9810<p data-start="2386" data-end="2504">Los autores que publican en <strong>Enlaces – Revista de Estudios Lingüísticos y Literarios </strong>aceptan los siguientes términos:</p> <ol data-start="2506" data-end="3286"> <li data-section-id="1h72bhp" data-start="2506" data-end="2627">Los autores conservan los derechos de autor de sus trabajos, otorgando a la revista el derecho de primera publicación.</li> <li data-section-id="1um325q" data-start="2629" data-end="2905">Los artículos se publican bajo la licencia <strong data-start="2675" data-end="2736">Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY 4.0)</strong>, que permite compartir, distribuir y adaptar el contenido, incluso con fines comerciales, siempre que se reconozca la autoría original y la publicación en esta revista.</li> <li data-section-id="u8mcx1" data-start="2907" data-end="3179">Los autores pueden establecer acuerdos contractuales adicionales para la distribución no exclusiva de la versión publicada del trabajo (por ejemplo, en repositorios institucionales, libros u otros medios), siempre que se indique la publicación original en esta revista.</li> <li data-section-id="11vcdcc" data-start="3181" data-end="3286">La revista adopta el modelo de acceso abierto diamante, sin cobro de tasas de envío o publicación.</li> </ol>Mas lobisomem você já viu? As estratégias de anáfora do objeto direto
https://publicacoes.ifba.edu.br/enlaces/article/view/1181
<p>Este trabalho analisa as estratégias de anáfora do objeto direto na comunidade do Maracujá, correlacionando com os fatores sociais e linguístico. Este fenômeno, essencial para a diferenciação entre as variantes do idioma, tem atraído a atenção de muitos pesquisadores nos últimos anos. O objeto direto anafórico (ODA) não apenas ilustra as particularidades do português brasileiro, mas também serve como um indicador das interações sociais e das hierarquias linguísticas presentes nas comunidades de fala. Seguindo-se os pressupostos teórico-metodológicos da sociolinguística variacionista (Weinreich; Labov; Herzog, 2006; LABOV, 2008). Nesta primeira descrição feita com os dados levantados, foi registrada a preferência dos falantes pelo uso da categoria vazia (70%), sintagma nominal anafórico (17%) e do pronome lexical (13%). Não houve retomadas com o clítico acusativo. A análise levou em consideração o traço semântico [± animado] e as variáveis sociais gênero e faixa etária, constatando em que medida o sexo do informante, faixa etária e animacidade do referente pode influenciar quanto ao uso variável. A análise da distribuição das variantes categoria vazia e pronome lexical segundo o traço semântico de animacidade revela que as escolhas pronominais no português rural afro-brasileiro são fortemente influenciadas pelo status animado do antecedente. Conectando com as pesquisas clássicas de Duarte (1986), Cyrino (1994), Figueiredo (2004). Os resultados encontrados nesta análise com os dados preliminares permitiram fazer uma descrição prévia do comportamento da comunidade do Maracujá em relação ao fenômeno.</p>Cinara de Andrade Silva Santana
Derechos de autor 2024 Cinara de Andrade Silva Santana
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
2024-12-272024-12-275110.55847/enlaces.v5i1.1181Sutiã, Bíquini ou Porta-seio?
https://publicacoes.ifba.edu.br/enlaces/article/view/1118
<p> Como jovens e idosos se referem ao item de vestuário que as mulheres usam para segurar os seios? A forma de se nomear essa peça hoje é a mesma de antigamente? Com o propósito de buscar respostas para tais questões, o presente trabalho tem o objetivo de realizar um estudo semântico-lexical baseado nos dados encontrados no Projeto Atlas Linguístico do Brasil (ALiB). Será apresentada uma discussão em torno da questão 188 do questionário do ALiB com relação aos itens de vestuário e acessórios: “como se chama a peça de vestuário que serve para segurar os seios?” (COMITÊ NACIONAL, 2001, p.37). Seguindo as orientações do Projeto ALiB, embasado, por sua vez, na metodologia da pesquisa Geolinguística Pluridimensional, foram feitas as análises quantitativas e qualitativas das respostas dadas por informantes das faixas etárias I e II, dos sexos masculino e feminino, com nível de escolaridade fundamental. Os entrevistados são residentes naturais das localidades de Ipatinga, Passos, Formiga, Ouro Preto, Viçosa, Lavras, São João del Rei, Muriaé, Poços de Caldas, Juiz de Fora e Itajubá, pertencentes ao estado de Minas Gerais. Ademais, a princípio, essa pesquisa tem como fundamentação teórica a obra de Paim (2014; 2019), além de dicionários online de língua portuguesa: Caldas Aulete e Michaelis. Dessa maneira, foram encontradas as variantes sutiã, biquíni e porta-seio (a mais antiga).</p>Natália Rocha CardosoMarcela Moura Torres Paim
Derechos de autor 2024 Natália Rocha Cardoso, Marcela Moura Torres Paim
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
2024-12-272024-12-275110.55847/enlaces.v5i1.1118