O Banquete e o Eros platônico: narrativas sobre amor e criação

Autores/as

  • José Roberto de Oliveira Professor do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia – Campus Eunápolis. Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

DOI:

https://doi.org/10.55847/pindorama.v3i03.280

Resumen

O Banquete é um dos mais conhecidos diálogos de Platão e é onde este filósofo realiza uma reflexão sobre Eros – o amor – a partir de várias perspectivas, em especial a narrativa mítica e a Filosófica. Entretanto, nas análises feitas sob essas duas tradições, Eros se revela como um ser capaz de resgatar a unidade primordial dos deuses, da natureza e dos humanos, impulsionando-os a agirem para criar. Por si só o amor não gera; ele é o elemento fundamental que faz gerar. Assim, posto como um intermediário entre deuses e humanos, o Eros de O Banquete ora se mostra como um deus ora como um semideus (daimónios), mas nunca perde sua característica primordial: possibilitar aos deuses, à physis e aos humanos a capacidade de criar no amor e, por isso, eternizar-se.

Publicado

2017-12-05

Cómo citar

O Banquete e o Eros platônico: narrativas sobre amor e criação. Revista PINDORAMA, [S. l.], v. 3, n. 03, p. 18, 2017. DOI: 10.55847/pindorama.v3i03.280. Disponível em: https://publicacoes.ifba.edu.br/Pindorama/article/view/280. Acesso em: 6 may. 2026.

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