Desenho, infância e representação
DOI:
https://doi.org/10.55847/enlaces.v1i1.778Palavras-chave:
Desenho, Infância, Imaginário, RepresentaçãoResumo
Eis uma revisão bibliográfica acerca da relação entre representação e a ação de desenhar no contexto da infância. A problemática norteadora é: em que medida o imaginário se manifesta no desenho da criança? É relevante discutir a relação entre desenho e infância, contextualizando conceitos como desenho, infância e criança. A conceituação de infância é pensada a partir de Müller e Hassen (2009), como fenômeno híbrido e condição social do ser criança; e Freud (1980), que entende a infância em perspectiva atemporal. Os termos imaginário e representação são postos na perspectiva de Pesavento (1995) e Gombrich (1995). Elucidar as possíveis relações entre o ato de desenhar na infância e o imaginário da criança é um dos caminhos pensados com o intuito de responder a problemática inicial. O desenho, sobretudo na infância, se mostra como representação gráfica emaranhada ao imaginário da criança. As considerações finais apontam que o desenho carrega consigo traços do imaginário conexos a um fluxo de acontecimentos, no qual a criança está inserida. O desenho se constitui entrelaçado a acontecimentos, não é pura representação gráfica.
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