Joaquim Cardozo
Um poeta bissexto?
DOI:
https://doi.org/10.55847/enlaces.v2i.877Palavras-chave:
Joaquim Cardozo, Historiografia literária, Poesia., Bissexto, Manuel BandeiraResumo
A produção lírica de Joaquim Cardozo dispõe de uma ampla importância no cenário literário nacional. Porém, a sua quietude, como também a sua descrição, proporcionaram um âmbito de esquecimento cultivado pela crítica e pela historiografia entorno da sua presença poética, chegando a ser inserido na Antologia dos Poetas Bissextos Contemporâneos (1946) organizada por Manuel Bandeira. A propósito disso, esse trabalho busca analisar a inserção de Joaquim Cardozo na Antologia de Bissextos de Manuel Bandeira, refletindo a presença lírica do engenheiro-poeta em revistas e livros, bem como as características que o tornariam um poeta bissexto, para, dessa forma, contestar essa titulação atribuída a ele por Bandeira. Com isso, em questões metodológicas, a pesquisa configura-se como bibliográfica, ou seja, feita por meio do levantamento de referências já publicadas, apresentando como base as discussões teóricas de Serro (2012), Pádua (2013) e Houaiss (1976), entre outros. Como resultados, podemos verificar que Cardozo não se configura como um poeta bissexto, pois a sua inserção na referida antologia não está relacionada com uma inconstante produção ou com uma escassez temática, e sim com uma ação para elevar a notoriedade a lírica de um poeta de grande relevância para a poesia brasileira.
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