A REPRESENTAÇÃO DAS IDENTIDADES NO CONTO “O HOMEM QUE SABIA JAVANÊS” DE LIMA BARRETO

Autores

  • Tânia Maria Dantas Flores Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - IFBA, Campus Santo Amaro

Resumo

Este trabalho propõe-se a analisar o conto intitulado “O homem que sabia javanês” da coletânea Os bruzundangas, de Lima Barreto, o qual será abordado em uma perspectiva dos Estudos Culturais a partir das reflexões de Stuart Hall e Jonathan Culler, no tocante à representação das identidades na pós-modernidade, que está sendo extensamente discutida na teoria social. Buscamos demonstrar relações de verossimilhança entre o processo de construção/desconstrução da identidade do personagem Castelo no seu processo de ascensão social e a realidade brasileira para comprovar não só as teorias, mas também a atualidade do autor e do tema.

Referências

BARRETO, A. H. de Lima. Os Bruzundangas (sátira), Rio, editora (?),1922;.

BARTHES, Roland. AULA. São Paulo: ed. Cultrix, 1978.

CONY, CARLOS HEITOR; ANGELI. O presidente que sabia Javanês. 2ª ed. Rio de Janeiro: Boitempo Editorial, 2001.

CULLER, Jonathan. Teoria Literária: uma introdução. São Paulo: Beca, 1999.

EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 1983.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DPCA, 1999.

SANTIAGO, Silviano. Uma Literatura nos trópicos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2000.

www.boitempo.com/resenhas/presidente.htm

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Publicado

2016-06-16