Variação no uso do objeto direto anafórico
Dados de Luanda-Angola
DOI:
https://doi.org/10.55847/enlaces.v2i.922Palavras-chave:
Objeto direto anafórico, Variação, Português angolanoResumo
O uso do objeto direto anafórico é um dos fenômenos que individualiza o português brasileiro em relação ao europeu. Este trabalho verifica a realização das estratégias anafóricas em uma variedade africana, averiguando se há diferentes escolhas das formas para a representação do objeto. Foram utilizadas entrevistas com amostras do português falado em Luanda (Angola), seguindo-se os pressupostos teórico-metodológicos da sociolinguística quantitativa (WEINREICH; LABOV; HERZOG, 1968; LABOV, 1972). Nesta primeira descrição feita com os dados levantados, foi registrada a preferência dos falantes pelo uso do objeto nulo (49%) e SN anafórico (45%), registrando-se um baixo uso do clítico (4%) e do pronome lexical (2%). A análise levou em consideração somente as variáveis sociais, constatando em que medida o sexo do informante, faixa etária, nível de escolaridade, local de nascimento e língua materna pode influenciar quanto ao uso variável. Os resultados encontrados nesta análise com os dados preliminares permitiram fazer uma descrição prévia do comportamento angolano em relação ao fenômeno.
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